- Meus fantasmas internos,
- minhas vontades inferiores,
- minhas cavernas infernais,
- meus mimimis, chega de pitis!
- Acabou seus vis!
- Este verniz melancotico não é eterno.
- Eterno sou eu, uma partícula ardorosa,
- feita para evoluir calmamente
- e multiplicar-se amorosamente
- na pandemia ou na alegria, ou na letargia.
- Quem vê a luz do sol, ama a noite estrelada,
- pega uma lua cheia, mas não paga meia.
- Trevas, cavernas abissais?
- Acabou seus vis!
- Eu sou a luz. Nunca mais.