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Pátria minha, dor e espinho,
a vil homem me aninho.
Medra a noite com seu açoite.
Trevas, gelos, enredos, caminhos,
atalhos e atos falhos.
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Baralhos – barrados – emborados.
Achados e perdidos, largados.
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A razão perde a compostura.
Fecham-se as pálpebras ansiando ternuras.
Mas a alma não reconhece.
O corpo estremece,
um raio parte o coração em nãos.
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Em vão.
Em vãos.