O Ethereal, Looping Sem Fim

Sábado, desmetido,
Caído em si, em cima de mim,
inbuído, quantificando sentes,
em inclementes desejos sufis.

O Ethereal, Looping Sem Fim.
Vãos, gélidos, incômodos existenciais,
motejando o inquérito sabadal.

Sonhos teimando em ser reais,
querendo ser os tais,
quebrando-se em ais,
levando tombos imortais;
voltando mais letais
e insolentes, cobrando: —¿Realizáis?

Sábados indelicados, lembrando-nos …
E por tudo que é sagrado!
— Não me abandone à espera solada.

Sábado, em mim impregnado,
querendo sair perfume,
sai-se o cheiro de não ser amado.

— Já vai tarde, sábado amargurado.

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