Clarice Linden
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Em busca do templo perdido
Nestes dias azuis, eu caminho com uma luz. Cruz de topázio envergando o peito. A enseada está repleta de diamantes. O amanhecer cintila, o pleito anuncia-se, de blau em blau, de blue em blue, magnificamente azuláceo, tu dizes: – Contigo… Continue reading
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Inverno na psiquê
Quanto tédio, neste assédio, neste rosto médio, nesta média que faz crochê. Nestes olhos cor de chocolate. Nesta boca de alicate. Neste embate silencioso, eu de bambolê e você frio de doer. Sonhos escarlates, estandartes e outros disparates me atém… Continue reading
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Bebezinhos de felicidade
Se a felicidade não é possível, as flores e os espetáculos solares são. Foca no que eles nos dão e bebezinhos de felicidade te alegrarão. Continue reading
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Ai meu Deus, que judiação
Tecnocapitalismo Democrático Cristão Ai meu Deus, que palavrão! Se a vida te der a mão podes esperar, muitas pernas virão pra tropeçares no cão. Enquanto a reza corre solta, a presa toma um sacode e foge. Sobe o Corcovado para… Continue reading
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Cachaça necessária
A ilusão tem boa índole deseja ardentemente tornar-se realidade. É uma cachaça necessária, se bem dosada pode impulsionar vitórias e, ou, como queira, poemas. ………………………………………………………….. A glória é quando a ilusão passa, mas deixa os olhos sorrindo. ……………………………………………………… – Mesmo… Continue reading
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Selvagem e urbana
A natureza é uma gata assanhada, pura, arisca, selvagem e urbana. Continue reading
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Negacionismo
Meu pai me modelou e agora, nega-se a apreciar sua obra de arte. Continue reading
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Paga meia?
Meus fantasmas internos, minhas vontades inferiores, minhas cavernas infernais, meus mimimis, chega de pitis! Acabou seus vis! Este verniz melancotico não é eterno. Eterno sou eu, uma partícula ardorosa, feita para evoluir calmamente e multiplicar-se amorosamente na pandemia ou na… Continue reading
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Lantejoulas
Um dia auspicioso como um namorado novo, delicioso como a intimidade. Depois de tanto tempo descascando cebolas, finalmente as lantejoulas. Continue reading
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Legado
Nasci de um parto suicida, de uma mãe que morreu para me dar a luz e hoje esbanja insights dentro de mim. Sou filha da poesia. Que coitada! Que amada! De herança deixou-me apenas ondas de emoções que quebram nas… Continue reading









