Sem categoria

  • Cachaça necessária

    A ilusão tem boa índole deseja ardentemente tornar-se realidade. É uma cachaça necessária, se bem dosada pode impulsionar vitórias e, ou, como queira, poemas. ………………………………………………………….. A glória é quando a ilusão passa, mas deixa os olhos sorrindo. ……………………………………………………… – Mesmo… Continue reading

    Cachaça necessária
  • Selvagem e urbana

    A natureza é uma gata assanhada, pura, arisca, selvagem e urbana. Continue reading

    Selvagem e urbana
  • Negacionismo

    Meu pai me modelou e agora, nega-se a apreciar sua obra de arte. Continue reading

    Negacionismo
  • Paga meia?

    Meus fantasmas internos, minhas vontades inferiores, minhas cavernas infernais, meus mimimis, chega de pitis! Acabou seus vis! Este verniz melancotico não é eterno. Eterno sou eu, uma partícula ardorosa, feita para evoluir calmamente e multiplicar-se amorosamente na pandemia ou na… Continue reading

    Paga meia?
  • Lantejoulas

    Um dia auspicioso como um namorado novo, delicioso como a intimidade. Depois de tanto tempo descascando cebolas, finalmente as lantejoulas. Continue reading

    Lantejoulas
  • Legado

    Nasci de um parto suicida, de uma mãe que morreu para me dar a luz e hoje esbanja insights dentro de mim. Sou filha da poesia. Que coitada! Que amada! De herança deixou-me apenas ondas de emoções que quebram nas… Continue reading

    Legado
  • Eu meus outros eus

    Fugir de mim mesma, é ter com as outras. Singulares, elas acobertam-se em todos olhares, tecendo bordados no infinito. Cada miragem do rosto é de uma e todas vislumbram nos espelhos. Brasileira – és tu – ó vida. Continue reading

    Eu meus outros eus
  • Motejos lacanianicos

    Colocou a mão na boca, para evitar que os beijos saíssem e voassem pela sala. Mas eles escaparam entre os medos e cheia de dedos, correu, abriu a janela, respirou fundo e soprou para que “eles” fossem beijar em outro lugar.… Continue reading

    Motejos lacanianicos
  • O paciente do ocaso

    Abriu as velas e navegou pelo ocaso como um paciente de morte insistente que tem uma melhora tímida e expõe no céu suas faces rubras até azular e sumir no infinito. O que tentou no dito, nem no sussurro, nem… Continue reading

    O paciente do ocaso
  • Cantorinha

    Perdi a capacidade de barrocar, de bordar poemas no infinito, de debicar verbos, namorar frases, minha amorosidade com as palavras sucumbiu a era do não. …………………………………………………………………. O pensamento não pensaventa, nem benta, se ajumenta, empaca, isento de musculatura. …………………………………………………………………………. De… Continue reading

    Cantorinha